
Ao se olhar para a história do desenvolvimento humano, se obseva que a preocupação com o estudo da criança é recente. Segundo La Taille (1990), a criança era considerada na idade média, até o século XVII, como um adulto em miniatura.
As pinturas no século II, por exemplo, retratava o corpo das crianças com as mesmas proporções do corpo do adulto. A infância tinha uma curta duração. A criança era amamentada até os seis ou sete anos e, depois disso, já começava a frequentar os mesmos ambientes dos adultos, como festas e até mesmo orgias.
A criança era considerada diferente do adulto apenas porque sabia menos coisas que ele, e não como um ser que pensa e vê o mundo de uma maneira singular.
Tal concepção da infância começou a mudar a partir do século XVII quando filósofos, dentre eles destaca-se Rousseau, começaram a apontar a existência de um mundo próprio da criança, diferente do mundo do adulto.
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